ARQUITETO
O que acontece com um projeto quando ele é mudado no meio até virar outra coisa
Em duas horas você vai aprender a garimpar notícia com critério e a montar o caminho que leva dela até o assunto do seu trabalho sem soar forçado. Ao vivo, você garimpa cinco notícias e sai com cinco roteiros de Reels escritos, no seu nicho, prontos para gravar. Conteúdo que mexe com quem assiste e faz a pessoa certa lembrar de você, usando a IA do Claude como copiloto.
R$ 97, com a gravação inclusa. Aluno da Escola de Histórias já tem acesso.
Este intensivo parte do princípio de que você já usa o Claude e é familiarizado com inteligência artificial, sabendo criar projetos e instalar e usar skills. Nada disso vai ser ensinado no sábado. Se esse não é o seu caso hoje, o intensivo não vai funcionar para você. A gente explica melhor mais abaixo. Ver pré-requisitos
Acontece toda semana. Um assunto explode, todo mundo comenta, e você olha aquilo com a sensação de que dava para dizer alguma coisa dali sobre o seu trabalho.
Aí você tenta.
E, quando tenta, uma de duas coisas acontece.
Ou sai forçado. Você escreve a conexão entre a notícia e o seu serviço e, na hora de reler, percebe que ficou puxado pelos cabelos. Quem lê sente também. Então você apaga.
Ou você desiste antes. Olha a notícia, pensa "isso não tem nada a ver comigo", passa adiante, e publica mais uma dica genérica no lugar.
No fim da semana, o resultado é o mesmo dos outros meses: pouco conteúdo, publicado por obrigação, que não faz ninguém lembrar de você na hora de escolher um profissional.
E o mais incômodo é que você vê gente fazendo isso bem. Pega o assunto do momento, fala dele por vinte segundos, e emenda no próprio trabalho de um jeito que parece natural. Você olha e pensa que aquela pessoa tem um jeito que você não tem.
Ela não tem jeito nenhum. Ela tem um caminho, e o caminho pode ser aprendido em uma manhã.
Quando se fala em transformar notícia em conteúdo, a maioria pensa em notícia de comoção. Aquela história que faz todo mundo chorar no fim.
Essas existem, e elas são uma fatia pequena do que está publicado. Elas também são as mais difíceis de conectar com um trabalho, porque a comoção delas já ocupa todo o espaço e não sobra lugar para a sua mensagem.
O que sustenta conteúdo profissional toda semana é outra coisa. É a notícia comum: a declaração que alguém deu, a pesquisa que saiu, o número que mudou, a decisão que uma empresa tomou.
Esta é a parte que quase ninguém acredita antes de ver, então vamos fazer o exercício aqui mesmo.
Repara numa coisa antes: a manchete do jornal pode ser um ponto de partida para o seu gancho. Ela já destaca um acontecimento. Ao estruturar o conteúdo, você decide como apresentar esse acontecimento nos primeiros segundos.
Imagina uma notícia assim, do tipo que passa batido no meio da manhã:
"Diretor de cinema diz que não gostou do resultado final do próprio filme."
Parece assunto de quem trabalha com cinema. Olha ela virando conteúdo de seis ofícios que não conversam entre si:
O que acontece com um projeto quando ele é mudado no meio até virar outra coisa
A autocrítica que faz alguém não mostrar o próprio trabalho, mesmo pronto
A distância entre o resultado que o paciente imaginou e o que era clinicamente possível
Aceitar a causa sabendo que o desfecho provável não é o que o cliente quer ouvir
Quando o plano estava certo e a execução foi outra
O alerta que foi dado a tempo e ignorado
Uma notícia. Seis mensagens. Seis vídeos.
O que mudou entre uma linha e outra não foi a notícia. Foi o embrulho para viagem. Ele é a etapa do método que pega a história contada e entrega, a partir dela, a mensagem do seu ofício. É ele que faz a ponte entre o que aconteceu com o personagem e o que você resolve na vida de quem te contrata.
É por isso que este método não tem nicho. Ele tem um caminho, e o caminho é o mesmo para quem atende paciente, para quem entrega projeto e para quem defende processo. O que muda é o embrulho.
A notícia acima é uma. Toda semana saem dezenas do mesmo tipo:
Nenhuma delas é comovente. Nenhuma depende da sua biografia. Nenhuma expõe cliente nenhum seu, porque quem publicou primeiro foi o veículo. E todas saíram esta semana, em algum lugar, de graça.
E notícias desses cinco tipos podem virar conteúdo que mexe com quem assiste. A notícia não precisa ser comovente por si só. A emoção surge da forma como você conta essa história e a conecta à vida de quem assiste. É o que você vai ver na próxima seção.
Esse é o estoque que não acaba. Ele fica invisível enquanto você não tiver o critério para enxergar, e o critério é a primeira coisa que a gente vê no sábado.
O Efeito Razões é o método que o Vicente aplica há mais de 14 anos no Razões para Acreditar para transformar qualquer história ou noticia em um conteúdo que impacta milhões de pessoas todos os dias. Ele não muda quando a matéria-prima é uma notícia. O que muda é o peso de uma das etapas
A sua mensagem, entregue a partir da história. É a etapa que carrega o seu posicionamento, e é ela que transforma alcance em cliente
A ênfase da história factual está na etapa 5. Quando a história é sua, você já está dentro dela e a mensagem sai quase sozinha. Quando a história veio de fora, o embrulho é o que faz aquilo virar seu. Sem ele, o vídeo é resumo de notícia. Ele até tem visualização, e não gera contato, não gera agenda e não gera venda.
Um conteúdo construído nessas cinco etapas não é informativo e morno. Ele produz uma reação, e é a etapa 4, a troca de protagonista, que faz isso acontecer.
A reação tem muitas caras. Pode ser raiva de uma injustiça que a pessoa reconhece. Medo de estar cometendo o mesmo erro. Alívio de descobrir que não é só com ela. Entusiasmo de ver que existe saída. Ou o incômodo bom de se ver retratado numa história que era sobre outra pessoa.
Storytelling é isso: fazer alguém sentir alguma coisa e lembrar de você por causa disso. O que muda de uma peça para outra é qual emoção, e quem decide é a sua mensagem.
A notícia não precisa ser comovente por si só. A emoção surge da forma como você conta essa história e a conecta à vida de quem assiste.
Garimpar bem é ler a mesma matéria três vezes, procurar outras reportagens sobre o mesmo caso, e caçar o detalhe que ninguém deu peso e que carrega a história inteira.
Isso é trabalho de detetive, é repetitivo, e é a parte que quase ninguém sustenta sozinho depois do segundo mês.
É exatamente esse pedaço que a máquina faz bem, e rápido.
Repara na segunda lista. Escolher a notícia é a habilidade que você vai usar sozinho na segunda-feira, e é por isso que no sábado você garimpa cinco vezes, e não uma.
Este intensivo não termina com um exemplo pronto e a promessa de que você vai fazer o seu depois. Você faz durante.
São duas horas, divididas em quatro blocos:
12 SETEMBRO 10H → 12HComo escolher a notícia que serve ao seu trabalho, e a estrutura do método Efeito Razões aplicada à criação de história factual. É aqui que você ganha o critério para julgar o que a máquina vai devolver depois.
Você monta um projeto no Claude e coloca lá dentro um arquivo com o seu ofício, o que você vende, para quem, e a mensagem pela qual quer ser lembrado. Isso é feito uma vez só. Daí em diante, tudo que sair já vem no seu nicho, sem você precisar explicar de novo a cada vez.
Uma skill busca na web e traz candidatas. Você escolhe cinco. Aqui nenhum roteiro é escrito ainda, e essa separação é o que faz o processo ser rápido.
Outra skill pega as cinco notícias, já com o seu contexto carregado, e devolve os cinco roteiros. Seu trabalho é conferir o gancho, ajustar a troca de protagonista e assinar o embrulho.
Cinco notícias,
cinco roteiros. Um para cada dia útil da semana que vem.
E o seu contexto fica salvo. Na semana seguinte você não recomeça do zero: abre o mesmo projeto, roda o garimpo de novo, e a máquina já sabe quem você é.
Este intensivo não ensina a usar inteligência artificial. Não vai ter passo a passo de instalação, nem configuração de skill, nem como criar conta, nem qual ferramenta escolher. Duas horas não comportam ensinar ferramenta e método ao mesmo tempo, e tentar fazer os dois entrega os dois pela metade.
Se alguma dessas for o seu caso hoje, o seu dinheiro fica melhor com você, e a gente se encontra num outro momento. A gravação de um intensivo que você não conseguiu acompanhar não resolve o seu problema.
Ele nasceu como um encontro fechado. A Escola de Histórias custa R$ 697 por um ano de acesso, e quem está lá dentro tem, entre outras coisas, encontros como este ao longo do ano. O de sábado é o principal deles em setembro.
A gente viu quanta gente de fora quer aprender a fazer esse tipo de conteúdo, e decidiu abrir algumas vagas. Quem não é aluno pode assistir ao vivo e ficar com a gravação, pagando um ingresso avulso.

Se você é aluno da Escola de Histórias, você já tem acesso e não precisa comprar. Sábado é um dos encontros que vieram junto com a sua matrícula. Você não paga nada por ele, é só aparecer.
Se você está de fora, o ingresso avulso custa R$ 97, com o ao vivo e a gravação.
Quero minha vaga no sábado7 dias de garantia pela Hotmart.
As inscrições ainda não estão disponíveis nesta prévia.
Se depois você decidir entrar na Escola de Histórias, os R$ 97 entram como cupom e você paga só a diferença.
Não. Precisa ter um ofício e algo que você vende. A estrutura do Efeito Razões é ensinada do zero no sábado.
Precisa já usar o Claude, saber criar um projeto nele e saber instalar e usar uma skill. Esse é o único pré-requisito real, e é por isso que ele aparece três vezes nesta página.
Sim. Você recebe as skills de Claude e a instrução de instalação antes de sábado. Chegar com tudo instalado é o que garante que você aproveite as duas horas inteiras.
Dá para assistir, e não dá para fazer. A partir do terceiro bloco você vai trabalhar com a IA aberta do lado. Sem computador, você sai com anotação em vez de sair com roteiro.
Sim, e a gravação é sua. Ela chega no mesmo dia, à tarde.
Serve, e a seção lá em cima mostra por quê: a mesma notícia vira conteúdo de arquiteto, de psicólogo, de dentista, de advogado, de nutricionista e de contador. O que muda de um para o outro é o embrulho para viagem, e não a notícia. No sábado você vai montar os seus, no seu nicho, e não assistir a um exemplo genérico.
É, porque a IA faz a parte pesada da busca e da escrita. O trabalho que sobra para você é escolher a notícia e resolver o embrulho, que é justamente o que a aula ensina.
Não. Já está incluso. Se você comprou o ingresso sem saber, avisa a gente que devolvemos o valor.
Um assunto vai explodir, você vai olhar e vai sentir de novo que tem alguma coisa ali para você. Do jeito que as coisas estão hoje, você vai tentar conectar, vai achar forçado, e vai seguir o dia.
Com o caminho na mão, aquilo vira o seu conteúdo de amanhã antes do almoço.
Quero minha vaga no sábadoR$ 97, com a gravação inclusa. Aluno da Escola de Histórias já tem acesso.